A tomada pelos otomanos da capital, Constantinopla, mais tarde batizada de Istambul, marcou o fim da Idade Média e abriu o caminho para uma era de descobrimentos.
Os presságios para os bizantinos no dia 24 de maio de 1453 eram os piores possíveis. Nesse dia, um eclipse lunar lembrou a todos os que resistiam ao cerco otomano, imposto pelo sultão Maomé II desde o dia 6 de abril, que uma antiga profecia estava para se cumprir. A lenda dizia que a bela Constantinopla (atual Istambul, na Turquia), a jóia do Oriente e capital do Império Bizantino, resistiria a seus inimigos enquanto a Lua brilhasse firme no céu. Para o desespero da população, os sinais da desgraça que estava para se abater sobre os homens do imperador Constantino XI não pararam por aí. No dia seguinte, um ícone da Virgem Maria se espatifou no chão durante uma procissão e, na seqüência, uma chuva de granizo inundou as ruas, encharcando os mais de 22 km de muralhas que protegiam a cidade.

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