sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Dia do Livro Didático



O livro didático está no Brasil desde o século XIX, usado como fonte de informação por muitos professores, embora, o mesmo seja muitas vezes influenciadas pela demanda do mercado editorial e pelo sistema educacional de cada região, causando certo preconceito ao utiliza-lo em sala de aula.

Mesmo tendo este “preconceito”, são fundamentais para o aprendizado do aluno, falta o próprio aluno saber utilizá-lo melhor no ano letivo.

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Celular em sala de aula - um caso judicial.

Li este artigo em um site na internet e achei interessante postá-lo aqui, pois, como muitos professores, me sinto indignado por tentar levar o conhecimento aos meus alunos e prepará-los para serem "seres pensantes" neste mundo, e encontro uma situação desta, onde o aluno e seus pais processam o professor por ter "tomado" o celular do aluno em sala de aula. Leiam, vale a pena compartilhar este artigo.


              O mais triste é o fato do aluno ter tido o apoio da mãe.
Vale a pena anunciar esta decisão aos operadores do Direito, uma clássica decisão Judicial, deveria ter sido aplicada multa aos pais do “menorzão” para fins pedagógicos.
ALUNO PROCESSA PROFESSOR POR TER TOMADO CELULAR EM SALA DE AULA
O juiz Eliezer Siqueira de Sousa Junior, da 1ª Vara Cível e Criminal de Tobias Barreto, no interior do Sergipe, julgou improcedente um pedido de indenização que um aluno pleiteava contra o professor que tomou seu celular em sala de aula.
De acordo com os autos, o educador tomou o celular do aluno, pois este estava ouvindo música com os fones de ouvido durante a aula.
O estudante foi representado por sua mãe, que pleiteou reparação por danos morais diante do “sentimento de impotência, revolta, além de um enorme desgaste físico e emocional.”
Na negativa, o juiz afirmou: "o professor é o indivíduo vocacionado a tirar outro indivíduo das trevas da ignorância, da escuridão, para as luzes do conhecimento, dignificando-o como pessoa que pensa e existe.”
O magistrado se solidarizou com o professor e disse: “ensinar era um sacerdócio e uma recompensa. Hoje, parece um carma”.
Eliezer Siqueira ainda considerou que o aluno descumpriu uma norma do Conselho Municipal de Educação, que impede a utilização de celular durante o horário de aula, além de desobedecer, reiteradamente, o comando do professor.
Ainda considerou que não houve abalo moral, já que o estudante não utiliza o celular para trabalhar, estudar ou qualquer outra atividade edificante.
E declarou: “Julgar procedente esta demanda, é desferir uma bofetada na reserva moral e educacional deste país, privilegiando a alienação e a contra educação, as novelas, os realitys shows, a ostentação, o bullying intelectivo, o ócio improdutivo, enfim, toda a massa intelectivamente improdutiva que vem assolando os lares do país, fazendo às vezes de educadores, ensinando falsos valores e implodindo a educação brasileira.
Por fim, o juiz ainda faz uma homenagem ao professor: “No país que virou as costas para a Educação e que faz apologia ao hedonismo inconsequente, através de tantos expedientes alienantes, reverencio o verdadeiro HERÓI NACIONAL, que enfrenta todas as intempéries para exercer seu múnus com altivez de caráter e senso sacerdotal: o Professor.”
Realmente, este texto deveria ser lido em todas as escolas do Brasil.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Brasil, Pátria Educadora


Ainda não sei o que será do futuro de nossa educação brasileira, embora a Pátria Educadora seja o lema deste governo, não sabemos o que virá. O fato é que devemos confiar, criticar desde já é muito ruim para nós professores que procuramos ter esperança em um futuro melhor em todos os aspectos.

Gostaria que a “Pátria Educadora” não seja apenas ensinar a matemática e a língua portuguesa e sim ensinar a interpretá-la de forma correta, formando alunos e cidadãos pensantes que façam o melhor para nosso país em um futuro bem próximo. Não sou a favor de que alunos, mesmo sendo da Educação Infantil ou primeiros anos do Ensino Fundamental sejam educados de maneira com que só busquem o conhecimento da matemática e da língua portuguesa, apoio formas de ensinar até mesmo esses alunos a pensar e a debater os acontecimentos que os cercam, aprendendo a debater e criticar de maneira coerente desde a infância. Sei que é meio utópico isto, mas vale a pena acreditar e apostar em uma verdadeira “Pátria Educadora”, apoiando projetos pedagógicos eficientes para a formação do cidadão.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Professores heróis


Vejo inúmeras fotos circulando na web como esta, onde pessoas dizem que os professores são os verdadeiros heróis da sociedade, tudo bem, isto é verdade, pessoas que estudam, estudam e estudam, alguns passam em concursos para lecionar, e enfrentam várias turmas de alunos com cerca de 40 alunos em cada sala, são verdadeiros heróis.
Mas, o fato é que, será que essas pessoas querem ser professores? Vivemos em um momento em que está na mídia artigos e reportagens sobre o assunto, onde muitos professores desistem das salas de aula por diversos motivos, mesmos os professores efetivos em cargos públicos, desistem do tão sonhado cargo público e saem das salas de aula.

Os atos em prol de professores são louváveis, mas será que a maioria das pessoas que estão “protestando” nesses atos querem, ou apoiam seus amigos, filhos ou parentes a encarar a difícil, mas louvável “arte” de lecionar?

Ahh, já ia me esquecendo. Os heróis que vemos em filmes e lemos suas aventuras em histórias em quadrinhos, não ganham salários pelos seus atos, será que é por isso que nós, professores, somos chamados de heróis?