sexta-feira, 30 de novembro de 2012


(Terminada a última guerra mundial foi encontrada, num campo de concentração nazista, a seguinte mensagem dirigida aos professores):

"Prezado Professor,
Sou sobrevivente de um campo de concentração.
Meus olhos viram o que nenhum homem deveria ver.
Câmaras de gás construídas por engenheiros formados.
Crianças envenenadas por médicos diplomados.
Recém-nascidos mortos por enfermeiras treinadas.
Mulheres e bebês fuzilados e queimados por graduados de
colégios e universidades.
Assim, tenho minhas suspeitas sobre a Educação.
Meu pedido é: ajude seus alunos a tornarem-se humanos.
Seus esforços nunca deverão produzir monstros treinados ou
psicopatas hábeis.
Ler, escrever e aritmética só são importantes
Para fazer nossas crianças mais humanas."


(Ilustração: Morgan Weistling)

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

NASCE O FILÓSOFO SOCIALISTA ALEMÃO FRIEDRICH ENGELS


No dia 28 de novembro de 1820 nascia em Barmen, então província do Reno, na Prússia, o filósofo socialista alemão Friedrich Engels. Filho de um dono de uma fábrica, ele se tornou um empresário de sucesso mais tarde. Apesar de criticar o capitalismo, seus pensamentos nunca inteferiram nas operações lucrativas de sua empresa. Quando jovem, ele se interessou pela filosofia de Georg Wilhelm Friedrich Hegel. Em 1844 publicou “A Condição da Classe Trabalhadora na Inglaterra”. Com Karl Marx, a quem conheceu em Colônia, ele formou uma parceria permanente para promover o movimento socialista. Depois de convencer o segundo congresso comunista a adotar seus pontos de vista, ambos foram autorizados a elaborar o Manifesto Comunista (1848). Depois da morte de Marx (1883), Engels virou a principal autoridade sobre Marx e o marxismo. Além de seus próprios livros, ele completou os volumes dois e três de “O Capital”, com base em manuscritos e notas incompletos de Marx. Engels morreu no dia 5 de agosto de 1895, em Londres.

Fonte: Hoje na História

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Erros históricos em filmes épicos

Gladiador


Gladiador é um filme de 2000, dirigido por Ridley Scott. Nos dias finais do reinado de Marcus Aurelius, o imperador desperta a ira de seu filho Commodus ao tornar pública sua predileção em deixar o trono para Maximus, o comandante do exército romano. Sedento pelo poder, Commodus mata seu pai, assume a coroa e ordena a morte de Maximus, que consegue fugir antes de ser pego e passa a se esconder sob a identidade de um escravo e gladiador do Império Romano.
ERROS HISTÓRICOS:
  • O filme retrata o governo de Commodus como um período de 2 anos. Na verdade, seu governo durou 12 anos. Commodus era filho de Marco Aurélio. Porém, nunca matou seu pai, como mostra o filme.
  • O filme mostra batalhas que não aconteceram, catapultas que não foram usadas, uma raça de cão que simplesmente não existia nesta época e região, e inscrições em latim escritas de forma errada.
  • No filme, os oficiais gritam “fogo” para soldados com arcos e flechas. No entanto, esta expressão só passou a ser usada com o advento das armas de fogo.

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Apocalypto



Apocalypto é um filme de 2006, dirigido por Mel Gibson. Durante o declínio do Império Maia, pouco antes da colonização européia na América Central, um pequeno grupo que vive na floresta tropical é dizimado e capturado. Jaguar Paw é um dos capturados que tenta a todo custo defender sua família dos violentos ataques.

ERROS HISTÓRICOS:

  • Os Maias faziam sacrifícios humanos. Porém, somente os mais fortes guerreiros capturados em batalha eram sacrificados. Além disso, o sacrifício não era uma homenagem ao deus-sol Kulkulkan, como mostra o filme.
  • A civilização maia desapareceu muito antes da chegada dos conquistadores espanhóis. Logo, o encontro que aparece no fim do filme não poderia ter acontecido.

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Pocahontas



Pocahontas é um filme de 1995, dirigido por Eric Goldberg. Um navio parte da Inglaterra com objetivo de encontrar um “Novo Mundo”, tendo, entre os tripulantes, o ganancioso governador da Inglaterra, que só pensa em descobrir ouro, e o aventureiro capitão John Smith. Ao chegarem em uma terra desconhecida, John sai para explorar a região e encontra uma bela índia chamada Pocahontas.

ERROS HISTÓRICOS:

  • No filme, Pocahontas foi retratada como adulta. Porém, segundo os historiadores, ela não tinha mais de 11 anos quando se envolveu com o inglês John Smith.
  • John Smith realmente conheceu uma nativa americana, mas eles nunca se casaram. Ela acabou se unindo a outro inglês, chamado John Rolfe.
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Pearl Harbor


Pearl Harbor é um filme de 2001, dirigido por Michael Bay. Pouco antes do bombardeio japonês em Pearl Harbor, dois amigos que são como irmãos um para o outro se envolvem de maneira distinta nos eventos que fazem com que os Estados Unidos entrem na 2ª Guerra Mundial.

ERROS HISTÓRICOS:
  • No filme, os dois amigos dão um jeito de entrar em seus aviões e abater diversos inimigos no ar. Na vida real, nenhum dos pilotos conseguiram abater tantos aviões.
  • Os personagens são enviados para a missão de bombardear Tóquio, mas, na verdade nenhum piloto de caça foi enviado para esta missão.
  • O filme mostra uma cena onde o presidente americano Franklin Delano Roosevelt levanta de sua cadeira de rodas, o que nunca aconteceu.
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O Homem da Máscara de Ferro



O Homem da Máscara de Ferro é um filme de 1998, dirigido por Randall Wallace. No século XVII, o rei da França, o cruel Luís XIV manda seu irmão gêmeo Philippe para uma masmorra, temendo que ele possa roubar-lhe o trono. Como se torna um tirano, pelo qual nem mesmo os seus súditos mais fiéis tem simpatia, Luís atrai a inimizade dos três famosos mosqueteiros: Athos, Porthos e Aramis.

ERROS HISTÓRICOS
  • Um retrato de Luís XV pode ser visto nos quartos de Luís XIV: o filme se passa quase meio-século antes que o bisneto e sucessor de Luís XIV tivesse sequer nascido.
  • A morte de D’Artagnan é inconsistente com a verdadeira biografia do personagem: o verdadeiro D’Artagnan morreu em batalha.
  • Luís XIV teve, em sua vida real, um irmão chamado Phillipe: o verdadeiro Filipe I d’Orleães, que não é mostrado no filme, e nem era irmão gêmeo do Rei.
  • O enredo sugere que D’Artagnan era o amante de Ana de Áustria (portanto pai de Luís XIV e seu irmão gêmeo), porém nenhuma das obras de Dumas sugeriu tal relacionamento.