sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Como fazíamos sem professor?


Na Pré-História, a tarefa de educar cabia a todos os adultos.



Dadores foi fundada no século seguinte, em 1835, na cidade de Niterói, no Rio de Janeiro.esde que a linguagem surgiu, a educação ajuda o homem a garantir a sobrevivência. Ela permite que as habilidades e os conhecimentos adquiridos com a experiência sejam repassados para as gerações seguintes. Mas, por muitos séculos, não existiam professores, e todos os adultos transmitiam informações aos jovens. Isso acontecia de forma oral e espontânea. Com o desenvolvimento da escrita, apareceu a necessidade de que pessoas especializadas garantissem a formação, realizada de formas diferentes, dependendo da cultura local. Esparta, por exemplo, priorizava o treinamento físico. Todo menino tinha um tutor, que exercia a função por amizade e não recebia pelo serviço. Já os atenienses foram os primeiros a cobrar para transmitir seus ensinamentos, inaugurando assim a profissão docente. Para eles, a educação era constituída pela parte física, com professores chamados de kitharistés, e pela intelectual, ministrada pelos paidotribés. Mais tarde, surgiu um outro tipo de cargo, o grammatistés, cuja função era ensinar a ler e a escrever. No século 5 a.C., ganharam espaço os sofistas, educadores ambulantes remunerados. Em Roma, também esses profissionais itinerantes se chamavam retores. Havia ainda os lud magister, professores primários que alfabetizavam os mais pobres. Durante a Idade Média, a educação ficou a cargo da Igreja, que a restringia a membros do clero. A partir do ano 789, todo mosteiro tinha uma escola. Os professores não faziam cursos para ministrar aulas, situação que só mudou a partir do século 19. No Brasil, os jesuítas dominaram o sistema de ensino de 1549 até 1759, quando foram expulsos do país. Ainda no século 18, surgiram os educadores profissionais. Nossa primeira escola de formação de educ

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