O Absolutismo francês é considerado como modelo para outras nações como, por exemplo, a Inglaterra.
Com a centralização política da França iniciada pela Dinastia Capetíngia no final da Alta Idade Média, os governantes franceses procuram aprimorar esse sistema que mais tarde chegaria ao Absolutismo.

O monarca Henrique IV, da dinastia Bourbon, assume o poder na França procurando acabar com a intolerância que ocorria no campo religioso entre católicos e protestantes, acaba sendo morto por um católico.
Com a morte de Henrique IV, o seu filho homem mais velho Felipe assumiria a Coroa, mas como este tinha apenas 9 anos de idade, sua mãe Maria de Médici assume o poder como tutora de seu filho até a maioridade do mesmo.


Outro problema enfrentado pelo Cardeal Richelieu, foi a expansão do Sacro Império Romano Germânico liderado pela dinastia de Habsburgo. Interessado em interromper o avanço do Sacro Império Romano Germânico, o Cardeal Richelieu apóia alguns movimentos que se opunham aos Habsburgo e ao Sacro Império Romano Germânico conseguindo fazer com que a França estende-se seu território nos ricos territórios do Sacro Império.

Seguindo as idéias de Jacques Bossuet, Luís XIV apoiava-se na concepção absolutista de que a França deveria ter um rei, uma lei e uma fé, como o rei era católico, limitou-se a liberdade religiosa na França, revogando o Edito de Nantes, o que fez com que milhares de pessoas mudassem para outros países vizinhos. Este ato fez um rombo nos cofres reais e a crise econômica assolou a França. Luís XIV tentou ainda manter o território que havia sido conquistado pelos seus antecessores, mas foi em vão.
No século XVII, Luís XIV investe na arte e incentiva com pensões os escritores, pintores e artistas a desenvolverem trabalhos sobre a Coroa, mas os artistas em sua maioria só criticavam o governo de Luís XIV. Entre muitos artistas estavam: Molière, Racine, La Fontaine, Pascal, Descartes.
Luís XV assume o governo no lugar de Luís XIV, em sua administração as dificuldades econômicas apenas se acentuaram e gastos em guerras neste mesmo período a perda de territórios foi ainda mais destacado, como a perda do território do Canadá.

Com Luís XVI, sucessor de Luís XV, as dificuldades aumentam cada vez mais chegando a Revolução Francesa em 1789 e o fim da monarquia e início da República.
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