sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Volta às aulas


Desejo a todos os alunos e colegas professores um bom regresso às aulas.
Que neste ano de 2015, nós, como professores, possamos ser mais reconhecidos e respeitados não só pelos nossos governantes, mas pela sociedade.

Abraços, e vamos ao trabalho. :)

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

70 anos de Auschwitz

Há 70 anos termina as atividades de um dos maiores campos de concentração existentes na história humana durante o Nazismo. Localizado no sul da Polônia, Auschwitz foi, por muitos anos, o terror judeu e outras nações na Europa.

Em 27 de Janeiro de 1945, com o fim da Segunda Guerra Mundial, Auschwitz encerra seu período de tortura no mundo. Hoje, lembramos o fim de Auschwitz, com estas cenas feitas pela BBC News.



Respeito é bom ....



Dentro de poucos dias iniciaremos o ano letivo de 2015, e nada melhor do que apoiarmos esta "operação", Respeite seu professor.
Esta profissão é uma das mais importantes e uma das mais desvalorizadas, pelo menos "respeito", merecemos, por isso, EU APOIO - OPERAÇÃO RESPEITO AO PROFESSOR.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

O futuro da Educação

Li este artigo da Revista Educação e achei interessante, resolvi compartilhar aqui no blog.



"A partir do segundo semestre de 2016, o ensino da escrita cursiva e as aulas de caligrafia se tornarão optativas nas escolas primárias da Finlândia. Isso quer dizer que, dependendo da decisão tomada pela instituição de ensino, algumas crianças aprenderão a escrever apenas com letras de forma – aprendizado que continua obrigatório –, e se iniciarão mais cedo na prática da digitação, uma competência de importância nacional, definiu Minna Harmanen, do Conselho Nacional de Educação da Finlândia. Além de privar os jovens de um aprendizado, a exclusão da prática da escrita à mão pode trazer outros tipos de consequências para os estudantes. Uma pesquisa concluída no Collège de France, em Paris, mostrou que as crianças que exercitam  a caligrafia leem e aprendem mais rápido que seus pares e podem se tornar mais criativas. E outro estudo, este feito na Universidade de Indiana (EUA), comprovou que áreas específicas do cérebro deixariam de ser ativadas pela falta da prática da escrita cursiva."


Crianças aprendendo algo no computador é normal, a internet tem inúmeros aplicativos que estimulam a inteligencia de crianças, mas fazê-las aprender desde novas a digitar em vez de escrever com letras cursivas, não é algo que se deve colocar na grade curricular para crianças.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Solo Sagrado

Resolvi compartilhar neste blog o texto de Gabriel Chalita para a Folha de São Paulo no dia de hoje, mensagem maravilhosa para nossos dias como professores.

Ouvi esta história de uma secretária de educação. Numa cidade do interior deste imenso país, crianças esperavam, com ansiedade, a inauguração de uma escola. Estudavam elas em espaços improvisados. Sem nenhum conforto nem estrutura. Mas estudavam. Ao lado, o novo prédio ia se erguendo. O tempo parecia não passar, mas, enfim, chegara o dia da inauguração. Festa da comunidade. A escola é um centro de luz que irradia saberes e futuros. Que prepara para a vida. Que edifica os alicerces de um mundo em construção. Famílias estavam presentes. Educadores entusiasmados. 
Algumas semanas depois, a secretária foi visitar a escola. Quando estava chegando, viu a cena que a comoveu. Um menino simples, que viera caminhando em ruas de terra, tirou um pano da bolsa surrada que trazia algum material e limpou a sola dos chinelos antes de pisar no solo sagrado da escola. Não reparou que estava sendo observado. Fez isso por convicção. A secretária o abordou querendo saber onde ele aprendera aquilo. Ele, pleno de simplicidade, explicou que, naquele espaço, ele se preparava para crescer, para ser um homem de verdade, para dar orgulho aos seus pais que nunca puderam estudar e para cuidar deles, retribuindo todo o esforço que fizeram e ainda faziam por ele.
Ela me contou essa história com lágrimas nos olhos, dizendo que nos surpreendemos, todos os dias, com o que aprendemos com nossos alunos. Na simplicidade de um menino que reconhece o esforço dos pais e que se alimenta dos sonhos de amanhãs, preenchemo-nos de responsabilidades cientes de nosso poder de fazer a diferença na educação. Ter olhos de ver o que, de fato, acontece ao nosso redor, no solo sagrado de cada escola, na transformação cotidiana que somos capazes de realizar, na decisão inegociável de jamais desistir de nenhum aluno. É assim que educamos. É assim que renovamos nossos votos de que ser professor é professar a crença de que cada pessoa humana merece a oportunidade de ser feliz.
Por: Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 23/01/2015